Canto(s) de Gelo
Na esquina, na capela da igreja, nos Balcãs Eróticos, no passado que retorna...restos, pedaços de sentimentos, pátrias, valores, culturas, intenções se reconfiguram solitárias....se juntam por acaso, pelo vento que empurra a poeria que só vai pelo curso e acaba aglomerada na mesma esquina.
Na ala, nas fotos, nas malas...tudo ali, enquadrado, compartimentado, cenário e suporte de tantos acontecimentos...como seriam quartos de hotéis no Iraque?
Tão estranho imaginar que uma imagem, aqui é, o esfalelamento de todas...e o Irã promete ter bomba atômica que chegue à Israel.
De preto, de luto, de cinzas.
Viajens longas, mensagens curtas, rápidas conversar...pq tanta gente assim, reunida?
Bloco de eu mesmo? O picadeiro-circo do final-das-contas?
Falar desses cantos não me é triste, não me é agudo, não me é...me é...frio.
Abri a janela ontem à noite e um vento gelado entrava, a rua parecia ser de outra cidade, as pessoas, congeladas, as luzes, estáticas....nada acendia e nem apagava. O suficiente para parecer morto e o bastante para compor um cenário.
Um desfile de gente morta, a cidade congelada, o vento frio e a poeira só-ajuntada indo pro canto apática...me abracei pelo arrepio na espinha e ouvi a criança iraquiana:
"Os desligamentos dos serviços colossais
o metrô vai se chocar
o óleo verde a e a flor de metal
tragam-me suveniers do jardim do general
compraram meu compacto de outras gerações
o ressentimento da bolacha crack no cachimbo
pôr tudo na mala do tempo de agora mutilado
à deus vou embrulhar e entregar"
Foi o suficiente.
sábado, 22 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
III- Espelho (Atlântico Sul)
O Primeiro Dia de Outras Cores
Apesar de ter sido ás três, essa foi a grande primeira histproia, o grande primeiro encontro do mar, nesse mar nordeste, mar do Atlântico Sul, mar de nossa costa.
Nas costas, costa com costa em ombro estreito e largo.
Eu me virei e cai em cima de mim mesmo e fiquei lá, olhando pra si, reirando a si mesmo:
testa com testa, nariz com nariz, boca com boca.
Depois de horas, o encontro de anos; depois de anos, o encontro das horas.
Foi me olhando no espelho, foi abraçando o mesmo tamanho de all star, o mesmo mês de maio, enfim...irmãos.
Enfim, Gêmeos de mim e do outro.
Acho que essa todo mundo já sabe: fui lá, eu, ao amar, amar com todas as força,s me jogar da ponte sme pára-quedas e medo...só pensando em amar meu grande amor.
Amar eu amei e também me estourei.
Passamos de dias de branco, a dias de crme, de laranja, de vermelho...depois um belo azul.
Azul do vento e do mar de Salvador.
Aos poucos fui passando por todas as cores e depois...repousando no cinza..no cinza de dias que atravessaram as matizes como uma foice no chão.
Chorei até meus olhos ficaram mais claros (só depois disso meus olhos ficaram cor de mel), minhas couppas perderam as cores, meu corpo 10 kilos...ninguém acreditou e nem eu pude acreditar...que a última cor de todas era um preto de tarja rasgada.
Olhei, rspirei, rezei...senti...e voltei a viver, lentamente.
"E vejo e peço dias de outras cores...
alegrias para mim, pra meu amor e meus amores....
dias de outras cores."
Essa mensagem de mim para mim saiu do que ficou.
Maldição espalhada, cura pras futuras histórias desastradas.
Passaram-se 6 anos desde aquele espelho...minha imagem presa.
Alice chegou, corri atrás do coelho, caí no buraco.
E quando menos esperava....voltei a girar na Engrenagem.
Aqui, como na vida, parece que tudo gira ao contrário.
Valeu, meu amor!
Apesar de ter sido ás três, essa foi a grande primeira histproia, o grande primeiro encontro do mar, nesse mar nordeste, mar do Atlântico Sul, mar de nossa costa.
Nas costas, costa com costa em ombro estreito e largo.
Eu me virei e cai em cima de mim mesmo e fiquei lá, olhando pra si, reirando a si mesmo:
testa com testa, nariz com nariz, boca com boca.
Depois de horas, o encontro de anos; depois de anos, o encontro das horas.
Foi me olhando no espelho, foi abraçando o mesmo tamanho de all star, o mesmo mês de maio, enfim...irmãos.
Enfim, Gêmeos de mim e do outro.
Acho que essa todo mundo já sabe: fui lá, eu, ao amar, amar com todas as força,s me jogar da ponte sme pára-quedas e medo...só pensando em amar meu grande amor.
Amar eu amei e também me estourei.
Passamos de dias de branco, a dias de crme, de laranja, de vermelho...depois um belo azul.
Azul do vento e do mar de Salvador.
Aos poucos fui passando por todas as cores e depois...repousando no cinza..no cinza de dias que atravessaram as matizes como uma foice no chão.
Chorei até meus olhos ficaram mais claros (só depois disso meus olhos ficaram cor de mel), minhas couppas perderam as cores, meu corpo 10 kilos...ninguém acreditou e nem eu pude acreditar...que a última cor de todas era um preto de tarja rasgada.
Olhei, rspirei, rezei...senti...e voltei a viver, lentamente.
"E vejo e peço dias de outras cores...
alegrias para mim, pra meu amor e meus amores....
dias de outras cores."
Essa mensagem de mim para mim saiu do que ficou.
Maldição espalhada, cura pras futuras histórias desastradas.
Passaram-se 6 anos desde aquele espelho...minha imagem presa.
Alice chegou, corri atrás do coelho, caí no buraco.
E quando menos esperava....voltei a girar na Engrenagem.
Aqui, como na vida, parece que tudo gira ao contrário.
Valeu, meu amor!
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
II - Engrenagem (Índico)
Águas e Energias: Espirais Virtuais
Ao lembrar daquela dança, como o giro da bailarina sem sal da caixinha, fatalmente reatualizo tudo em fração de segundos, elétrons, sinapses.
Foi todo um papo cabeça, foram todas as intenções das mais formais...tudo muito bem esclarecido, tudo muito bem encaminhado.
Daí, a gente pisa sem querer na engrenagem e tudo roda.
Ao se por a girar por se por sobre ela, se põe a girar em um momento sem saber quem controla.
_ Posso por meu coração a seus pés?
_ Se não for sujar o meu chão.
O coração como engrenagem.
E desse jeito, na verdade, com jeito nenhum, que tudo aconteceu e nada acontceu, na verdade.
O que se fez foi criar virtualidades, potencialidades de atualização, concretização: sonhos, vontades desejosm contraditórios, coerentes, anti-éticos, anti-édipo.
O fantásma da máquina!
Abracei e pulei pro sobre a estrutura de robô abraçado como que plugado em cem watts.
Mais uam vez, que engraçado...pq todas essas virtualidades, me parecem, na verdade, num processo de choque, reavivar em mim vontades, desejos, promessas, anseios, e um tanto quando de um caráter adormecido desde meu sófá, desde anos e aos atrás.
Amei, morri, engessei e parei de sonhar.
Entendeu? Foram dois pulos? um pulo em cima daporca, outro rigando por sobre meu eixo, como um bailarinho, voando e girando no eixo, com o pé esticado.
Louco, livre, eletrizado.
E o melhor, o mesmo watt que me jogou pra cima, também me recebeu: mãos nas costas, e assim, aparou.
Meio sem fim falar dessa corrente espiral que continua a girar em circulo, mas sem nunca passar pelo mesmo lugar.
E da imagem que ficou, das virytualidades que gerou...estou aqui...girando, potente, louco, louco pra dar o que eu preciso entregar na mão de quem sabe e quer receber?Amo tanto e de tanto amar...
Eu amo a engrenagem?
Eu amo amar, e amar tem pra cada um o seu jeito certo.
Eu sou vou, vou voar a girar e esperar saber, quem, de repente, vai denovo me segurar ao pousar...para logo em seguida, me atirar.
Ao lembrar daquela dança, como o giro da bailarina sem sal da caixinha, fatalmente reatualizo tudo em fração de segundos, elétrons, sinapses.
Foi todo um papo cabeça, foram todas as intenções das mais formais...tudo muito bem esclarecido, tudo muito bem encaminhado.
Daí, a gente pisa sem querer na engrenagem e tudo roda.
Ao se por a girar por se por sobre ela, se põe a girar em um momento sem saber quem controla.
_ Posso por meu coração a seus pés?
_ Se não for sujar o meu chão.
O coração como engrenagem.
E desse jeito, na verdade, com jeito nenhum, que tudo aconteceu e nada acontceu, na verdade.
O que se fez foi criar virtualidades, potencialidades de atualização, concretização: sonhos, vontades desejosm contraditórios, coerentes, anti-éticos, anti-édipo.
O fantásma da máquina!
Abracei e pulei pro sobre a estrutura de robô abraçado como que plugado em cem watts.
Mais uam vez, que engraçado...pq todas essas virtualidades, me parecem, na verdade, num processo de choque, reavivar em mim vontades, desejos, promessas, anseios, e um tanto quando de um caráter adormecido desde meu sófá, desde anos e aos atrás.
Amei, morri, engessei e parei de sonhar.
Entendeu? Foram dois pulos? um pulo em cima daporca, outro rigando por sobre meu eixo, como um bailarinho, voando e girando no eixo, com o pé esticado.
Louco, livre, eletrizado.
E o melhor, o mesmo watt que me jogou pra cima, também me recebeu: mãos nas costas, e assim, aparou.
Meio sem fim falar dessa corrente espiral que continua a girar em circulo, mas sem nunca passar pelo mesmo lugar.
E da imagem que ficou, das virytualidades que gerou...estou aqui...girando, potente, louco, louco pra dar o que eu preciso entregar na mão de quem sabe e quer receber?Amo tanto e de tanto amar...
Eu amo a engrenagem?
Eu amo amar, e amar tem pra cada um o seu jeito certo.
Eu sou vou, vou voar a girar e esperar saber, quem, de repente, vai denovo me segurar ao pousar...para logo em seguida, me atirar.
sábado, 18 de agosto de 2007
1 - Elevador (Pacífico Sul)
Com as mágoas da Terra
Foi engraçado como naquele momento, naqueles momentos doi oi ao tchau, eu pude ver se tratar de alguém como eu-na-terra-das-coisas.
Pele morena, olhos caídos, temperamento calmo e ao mesmo tempo humorado.
Pontos de beleza do natural temperado com a calma do acaso.
Tudo foi rápido e acabou como bomba, sete dias pensando que a intenção é o que honra.
De segundo em segundo levado pra trás, depois de um belo soco no nariz que satisfazer...não satifaz.
Fui levado até a porta do elevador...e nesse eu pensei " e me vou, sem calor".
Ao fechar a porta de madeira e se separar pela janela de cela pensei: não haveria esforço pra colocar, cada qual, em seu lugar.
Bastava fechar a porta pra separaro diálogo do touro, a conversa da matéria.
E assim se foi andar abaixo, depois da apertada para o térreo...enquanto a cada andar mais concreto encaixava, cada qual com seu chifre na sua auto roça.
O que se passou, penso eu, foi menos do que ficou, e pela primeira vez descobri que foi isso que restou.
Do meu primeiro jeito centrado, consegui extrair fruto de conto calado.
Tudo naufragou, nada aconteceu, mas meu olho cego-surdo captou tudo.
Carreguei e levei, depois de naufragar e assim, criei, a minha forma de amar.
Foi engraçado como naquele momento, naqueles momentos doi oi ao tchau, eu pude ver se tratar de alguém como eu-na-terra-das-coisas.
Pele morena, olhos caídos, temperamento calmo e ao mesmo tempo humorado.
Pontos de beleza do natural temperado com a calma do acaso.
Tudo foi rápido e acabou como bomba, sete dias pensando que a intenção é o que honra.
De segundo em segundo levado pra trás, depois de um belo soco no nariz que satisfazer...não satifaz.
Fui levado até a porta do elevador...e nesse eu pensei " e me vou, sem calor".
Ao fechar a porta de madeira e se separar pela janela de cela pensei: não haveria esforço pra colocar, cada qual, em seu lugar.
Bastava fechar a porta pra separaro diálogo do touro, a conversa da matéria.
E assim se foi andar abaixo, depois da apertada para o térreo...enquanto a cada andar mais concreto encaixava, cada qual com seu chifre na sua auto roça.
O que se passou, penso eu, foi menos do que ficou, e pela primeira vez descobri que foi isso que restou.
Do meu primeiro jeito centrado, consegui extrair fruto de conto calado.
Tudo naufragou, nada aconteceu, mas meu olho cego-surdo captou tudo.
Carreguei e levei, depois de naufragar e assim, criei, a minha forma de amar.
sábado, 4 de agosto de 2007
DOZE HORAS - SETE MARES
Para cada hora, uma imagem que ficou (vide "Deixando uma Imagem") e para cada imagem, um texto dissertando sobre suas simbologias; e assim, cada imagem-texto será arremessado ao mar.
Assim, tem-se Atlântico Norte, Atlântico Sul, Pacífico Norte, Pacífico Sul, Índico, Ártico e Antártico.
A partir da semana que vem, um a um, os textos de cada algarismo romano serão postados semanalmente, até o dia da exposição da Instalação.
Eis a ordem/relação das horas e mares:
I- Elevador (Pacifico Sul) II- Engrenagem (Índico) III- Espelho (Atlântico Sul) IV- Malas (Pacífico Sul) V- Sala Vermelha (Índico) VI- Cachorro (Atlântico Sul) VII- Pré (Ártico) VIII- All Star (Pacifico Norte) IX- Branco (Atlântico Norte) X- Girafa (Antártico) XI- Maços (Atlântico Norte) XII- Azul (Pacífico Norte)
Semana que vem, começamos a rodear pelas horas....até!
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Alinhando em Pontos
Novo semestre, novas promessas, tudo agora mais organizado e medido...qcho que a hora de colher os frutos, enquanto ainda se planta algumas sementes.Estou sendo desafiado pelo destino, numa das imagens mais enrascadas de minha vida.
Um jogo atlético de educação, ética, companheirismo, ponderação, realidade e sonho.
Ah, e claro, muita coragem.
Vou deixar um pouquinho a máscara para trás e tentar me defender por si só.
Será que consigo?
Enquanto isso...vou mapeando os meridianos dos eixos.
O CARRO
"Conquistas amorosas e avanço nos relacionamentos abrirão novos caminhos para as questões afetivas. Persistência, coragem e determinação serão importantes para que vitórias aconteçam no futuro, e objetivos concretos sejam realizados. Conflitos, adversidades e obstáculos poderão surgir, mas deverão ser encarados como parte de um processo evolutivo. É preciso seguir adiante, manter o autocontrole e colocar a razão à frente das emoções para não deixar que sentimentos negativos afastem a felicidade de sua vida."
terça-feira, 17 de julho de 2007
"Deixando uma Imagem"

Estava à pouco conversando com um amigo...e lembrando com ele de um papo que há tempos atrás falamos...sobre as imagens que ficam de uma relação.
Pq depois de muitas frustrações...começamos a falar dessas pessoas bizzarras e indecentes que passam em nossas vidas e parecem roubar tudo.
Após muito reclamar, descobrimos que, mesmo essas pessoas, deixam coisas boas conosco, aliás, deixam em especial uma coisa boa.
Isso, uma imagem. As vezes é o que nos resta mas tb é o maior dos tesouros...uma imagem.
Uma vez, indo embora da casa de um rapaz, (muito ingrato, por sinal) ele me levou até o elevador...esperou comigo até o mesmo chegar e quando ele chegou, abri a porta e entrei.
O rapaz ficou fora e disse: Vou ficar aqui até ele descer...fechou a porta e colocou a cabeça na janelinha da porta do elevador, onde tem aquela gradezinha.
Pois bem, foi isso: eu fiquei lá dentro, olhando pro rosto dele atrás das grades e a porta do elevador lentamente se fechando.
A última vez que o vi e a imagem que ele me deu foi essa.
Andei reparando um pouco e eu descobri outras imagens, de outras histórias...talvez elas sejam a minha maneira de centralizar poeticamente tudo o que aconteceu.
Manter comigo ao menos, um pedaço de tudo isso.
E um pedaço, acima de tudo, bonito.
E hoje - mais uma noite - recolho pedaços de um momento partido.
Enquanto não acho a cola pra tudo isso...vou tentando, ao recolher papéis picados, remontar a mim mesmo ou, no fim das contas, sumir e virar apenar uma imagem, mesmo.
Uma imagem bela, forte.
Não perco tempo: dou o meu jeito de amar.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Um poema para Júlio Razec...
Falo
Ágil
Com o coração
Inflama a chama da minha solidão
O amor e a dor estão na mesma taça de vinho Ágil
Com o coração
Inflama a chama da minha solidão
que transborda rubras pétalas de carinho.
Esse poema foi escrito por um colega, para mim, em um espetáculo que fizemos no 2º ano da faculdade.
Engraçado...como ele soa hj...até meio parecido como antes.
Ainda sendo o Sick Boy
Which Trainspotting Character Are You?
Depois de 4 anos, fiz o texte novamente e continuo na do Sick...que bom que algumas coisas não mudaram ainda!
Hehe!
Bye!
sábado, 30 de junho de 2007
...AGUARDANDO O CHEIRO...

"Entre Jotas, mais uma história torta. O boicote nunca deu certo. Quando penso em ser correto, aí eu giro e me ferro. Vale a pena escrever como antes? Andando pelo tabuleiro, amamos como iniciantes. Cilada armada do destino...mas vou me entender sem perder o tino. Posso falar do javanês, que me deixou encantado. Com seu palvreado estranho, e um jeito afobado. Na verdade nada me encantou, até a bruxaria começar...e coitado de mim que nem sabia que tal feitiço eu mesmo ia preparar. Elementos bizzarros numa mesa branca torta, um clima baixa santo cheio de sujeira porca. Montando meus caminhos pra voar, que faço sem querer é repousar. Repousando o coração não tenho mais cançaso e nem fome. Fui levado pra Java pelo ombro relutante. Que magia engraçada! Parece que por engano, entrei em enrascada. Mas foi tudo tão bom e verdadeiro, que a verdadeira magia estava dentro do peito. Ali se estabeleceu a feiticaria. Ocupei por pouco tempo o peito-sonho ao meio dia. Entre chegadas e partidas de invasão, ocupei por um tempo um quarteirão. Tudo rápido e fulgas, mas afinado e tenaz. Os espaços voltaram ao mesmo lugar, deixando de java um trava lingua de matar. Como posso de novo chamar pelo nome de lingua estranjeira...quando sou eu que reluto em falar por gírias passajeiras? De passagem na bagagem, de cabeça perto e longe. A certeza fica meio um e todo que se encontre. Um tempo depois pra relaxar, e um cheiro vindo na brisa a pertubar. Cheiro de banho, cheiro de sujo, cheiro de gente, cheiro de outros. Volto ao meu peito e nele encontro espaços loucos. Nem posso me queixar; quando a feiticaria dá certo ao contrário, ninguém pode julgar. Agora todo mundo em seu lugar. Saudades da lingua estrangeira que no silêncio começou a se falar. Nessa altura dos acontecimentos, faço pedidos comedidos enquanto almejo um talento. Não cairia mal aprender a falar o tal javanês silencioso, na tentativa de visitar mais uma vez meu mundodo outro globo. Nem cairia mal mais ou menos esperar, pensando que acima de tudo, certas fronteiras devemos respeitar. Estranhas palavras vindas de quem arrombou a aliança e agora as conserva. Tento fazer o que posso enquanto aguardo na linha da conversa. Pra finalizar peço o bem, para as energias de um mundo que vêm. No embalo de dois e de três, só quero esperar ansioso a minha vez."
De Volta ao Diário
Olha quem voltou?!Bem vindo à todos no retorno de Julio Razec ao mundo dos blogs.
Poizé, depois de O Livro Vermelho, volto eu aqui, 2 aninhos depois...só pra gente poder se ver de novo, né?!
Porque vamos combinar...estar com 24 anos não está sendo nada fácil.
Um mix de crise dos quarenta com a puberdade, e a vontade de só comer chocolate.
Eu preciso retornar a escrever sem compromisso e comversar com um diário, o mais novo diário, o J de Razec, porque Razec se escreve com J!
De resto, só mais fodido, lascado e gostoso.
Um brinde à mim e aos meus companheiros!
"Os homens odeiam
As mulheres adoram
Onde esse moço passa, elas choram
O assunto é ele, o tesouro é dele
Onde esse moço passa, elas choram
Por ele há fome o belo se come
Onde esse moço passa, elas choram
Será que é touro e adora vermelho?
Onde esse moço passa, elas choram
O belo e a sua ingratidão
Pobre coração
Pobre coração, tum tum tum tum
Démarrer d-ci"
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